Geometria sagrada: o que é e quais são suas formas

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Geometria sagrada: o que é e quais são suas formas A Geometria Sagrada está relacionada a uma área do estudo matemático das formas geométricas, a geometria. Estas formas e estudos foram muito empregados na construção de templos e catedrais divinas e também são muito utilizados na arte. Mas muito além de construções e arte, a Geometria Sagrada é vista por filósofos e matemáticos como a simbologia do divino. Ao observarmos tudo o que existe no Universo, é possível notar a presença deste conceito em todas as partes. Estas formas geométricas fazem parte do formato de tudo na natureza: plantas como samambaia, girassol, entre outras, e está presente inclusive no código genético dos seres humanos. Nas artes, este conceito pode ser visto, por exemplo, na Monalisa e também nas escadarias dos Museus do Vaticano, uma espiral que segue a Proporção Áurea. Neste artigo você poderá entender mais sobre a Geometria Sagrada, entendendo vários conceitos sobre ela, como seus símbolos e como...

Saudar tocando no chão.

Saudar tocando no chão.

Acreditavam os nagô que existiam nove espaços (planos) no além. Entre os quatro superiores e os quatro inferiores, havia um plano intermediário que se localizava (exatamente) no espaço ocupado por nosso planeta; esse seria o plano astral terrestre. Era através desse espaço que chegavam à Terra os orixás e ancestrais vindos dos vários outros planos.

Surgiam, pois, para os nagô, os orixás e ancestrais de dentro da Terra. Assim, quando desejam chamar os orixás, os nagôs tocavam três vezes os solo (após o nome do orixá ser pronunciado).

O solo diante dos tambores também era tocado (antes ou depois de tocarem com os dedos o próprio atabaque), afinal, quem chamava (através do som) os orixás eram os tambores.

O solo era sempre tocado três vezes; o três representa na cultura nagô ação, movimento, expansão … Tocar o solo três vezes era o gestual que significava o “assim seja”, o cumpra-se … Então quando, por exemplo, o nome de Ogum pronunciado, todos tocavam três vezes o solo; “assim seja”, “que Ogum venha até nós”…

No Brasil, os africanos, para consagrar o solo, para transformar o terreiro em uma pequena África, enterravam relíquias trazidas (da África) … tranformando (ritualmente) o solo brasileiro em solo africano (”chão” dos seus orixás).

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