​A Teoria da Impregnação Ambiental: Como Construções Retêm Memórias de Eventos Passados

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  ​ A Teoria da Impregnação Ambiental: Como Construções Retêm Memórias de Eventos Passados ​Dentro dos estudos da paranormalidade documental , existe um conceito técnico chamado "Stone Tape Theory" (Teoria da Fita de Pedra). Esta hipótese sugere que minerais presentes nas paredes de construções antigas, como o quartzo e o calcário, podem atuar como dispositivos de armazenamento de energia residual , registrando eventos de grande impacto emocional como se fossem uma gravação magnética. ​ O Fenômeno da Memória Residual vs. Inteligência Ativa ​É fundamental que o pesquisador de fenômenos inexplicáveis saiba diferenciar uma "assombração inteligente" de uma "memória residual". Na memória residual, o evento se repete como um loop de vídeo, sem interagir com o presente, sendo apenas uma frequência sonora ou visual que ficou presa na estrutura física do local. ​ Geologia e Paranormalidade: A relação entre o solo rico em minerais e a incidência de registros ...

Esfinge





NÃO SABEMOS FAZER NENHUM TIPO DE RITUAL , SOMOS APENAS BLOGUEIROSEsfinge



Metade homem, metade leão, a estátua que guarda as pirâmides de Gizeh, desde os tempos remotos ainda é um completo mistério. Segundo a teoria mais enraizada, a Esfinge foi construída por volta do ano de 2.500 A.C. pelo faraó Quefrén, o construtor da grande Pirâmide, a razão que fez os egiptólogos acreditarem que a esfinge havia sido construída por Quefrén é que seu rosto se parecia com o do faraó. Contudo, não há nenhuma inscrição na Esfinge que identifique o faraó; é estranho que alguém construa um monumento desse porte e não coloque nele seu nome para a posteridade. Outras pesquisas idicaram que a Esfinge teria sido construída bem antes do reinado de Quefrén e que ele apenas a restaurou em sua gestão.

A teoria recente
Em 1993, testes com um tipo de sonar, revelaram que existe uma câmara entre as patas dianteiras da Esfinge. Isso colocou as previsões do paranormal americano Edgar Cayce em evidência, pois nos anos 30, ele previu que os arquivos de Atlântida (o continente perdido) seriam encontrados na última década do século, em uma câmara entre as patas da esfinge.


2.500 ou 10.500 antes de Cristo?
Em 1989, um egiptologista americano propôs que as três Grandes Pirâmides, estavam alinhadas com as três estrelas do Cinturão de Órion no ano de 10.500 A.C. Os últimos estudos arqueológicos revelam que somente a esfinge mostra sinais de erosão por chuvas torrenciais, que só poderiam acontecer nessa região do Egito em 10.500 A.C., quando Gizeh era uma planície verdejante.

Sua teoria abriu a porta para uma série de pesquisas relativas a esta data, e mais coincidências foram sendo encontradas pelo caminho. Exatamente em 10.500 A.C., ascendia a leste do céu a Constelação de Leão; em outras palavras, a Esfinge (parte leão) foi feita para olhar a sua própria imagem no horizonte.

Isso implica que, enquanto a Esfinge olhava para a constelação de Leão a Leste, em cima das três pirâmides, as três estrelas de Órion se alinharam. Mas isso são apenas teorias, pois não se sabe ao certo quando ou quem construiu a Esfinge, talvez a abertura da câmara que se encontra debaixo das patas do monumento nos desce algum esclarecimento, porém isso cabe somente ao governo egípcio.

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