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Chips e implantes espirituais

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NÃO SABEMOS FAZER NENHUM TIPO DE RITUAL , SOMOS APENAS BLOGUEIROS Chips e implantes espirituais Pequenos diabinhos, eu sei que você é terrível, que seu fogo queima... Mas você sabia que existem diabinhos bem piores que você? Sim! Às vezes, você está aí atentando seu parente, sua esposa, seu vizinho, mas às vezes nem é por sua livre e espontânea vontade legítima, sabia? Pois sempre tem diabinhos piores que você. Talvez você esteja com um chip orgânico sutil, feito nas camadas infernais — tipo as quilop internas de planos densos —, e você nem sabe... Seu pobre diabo chipado! [kkkkk] Pois tem diabinhos bem piores que você que vivem em completo desequilíbrio e criam vários tipos de artefatos e chips: uns de rastreamento ou monitoramento, alguns indutores de energia que te fazem vibrar na frequência desejada por eles... Os implantes parasitas são os mais perigosos. Talvez você nem seja um diabo tão feio assim; talvez você esteja sendo manipulado através de chips e implant...

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os devoradores de pecados


NÃO SABEMOS FAZER NENHUM TIPO DE RITUAL , SOMOS APENAS BLOGUEIROS

conhecimentos sábios  antigos 
Devorador de pecados. Devorador de pecados refere-se a uma pessoa que, através de meios rituais, por meio de comida e bebida assume os pecados de uma pessoa, muitas vezes por causa de uma morte recente, assim absolvendo a alma e permitindo que a pessoa descanse em paz.
 assim como Esaú vendeu sua primogenitura , em tempos antigos havia quem devorasse os pecados de uma pessoa .




era chamado os devoradores de ´pecados que existe para quem tem entendimento  ate os dias de hoje .

pessoas que havia pecado muito  , matado e feito toda a sorte de  maldade  em seu leito de morte chamava o devorador .

geralmente o devorador executava este serviço por muito dinheiro .

o moribundo  contava detalhadamente cada maldade que tinha feito escrevia em um papel em forma de contrato  e o devorador assumia as penalidades karmicas do ato .




 esau vendeu COM SUCESSO SUA  primogenitura .. (toda primícia é de DEUS) PQ O DEVORADOR NÃO DEVORARIA COM SUCESSO OS PECADOS ALHEIOS ?



Você já ouviu falar dos devoradores de pecados?

Antigamente, era muito comum que se chamasse um padre no leito de morte de uma pessoa para que ela recebesse a extrema-unção, a fim de que sua passagem para a casa de Deus fosse levada com mais tranquilidade.
Na Idade Média, um método similar também era realizado dessa forma, mas não por um padre e sim por um “devorador de pecados” ou comedor de pecados. Além disso, o ritual era feito logo depois da morte da pessoa, enquanto a extrema-unção era realizada nos últimos suspiros de um doente.

Encaminhando almas

Desde essa época — mais comum em localidades religiosas da Inglaterra, Escócia e País de Gales —, a alma de um recém-falecido tinha uma ajudinha desse profissional para seguir para o reino dos céus. Mas porque “devorador de pecados”? Bem, o nome tem realmente a ver com o ato de comer, mas de uma forma simbólica, as más ações do falecido.
Sem ligação com qualquer igreja, o comedor de pecados visitava o corpo do falecido e comia um pedaço de pão que havia sido colocado sobre o peito do cadáver. Essa atitude, simbolicamente, absolvia todos os pecados não confessados do morto ??e, segundo a crença antiga, acelerava o seu caminho para o céu.



No entanto, nos tempos mais antigos, a cerimônia só era feita em casos em que a morte era súbita e uma última confissão do moribundo não havia sido feita a um padre. Épocas mais tarde, o devorador de pecados era chamado até mesmo após mortes naturais para ajudar a impedir que a alma da pessoa precisasse vagar pela terra como um fantasma.

O pão dos pecados


Para as pessoas desses lugares, o pedaço sobre o peito do falecido servia para absorver os pecados do morto que não teve tempo para confessá-los a um padre. Era como se o pão tirasse todos os “vacilos” da vida da pessoa. Algumas vezes, os rituais eram acompanhados de vinho ou cerveja — provavelmente dependendo do tamanho dos pecados dos mortos, era necessário algo para ajudar o pão a descer...
Os antigos acreditavam que quando o devorador de pecados comia o pão, ele também estava comendo os pecados dos mortos, tomando para ele as ações mundanas da pessoa e libertando o espírito dela para seguir ao céu.
Não surpreendentemente, esses comedores de pecados não eram aceitos pela igreja. Apesar de sua função ser benéfica (ao menos para a paz dos familiares do morto), eles também foram empurrados para a casta mais baixa da sociedade. A maioria deles era pobre e recebia quase nada pelo serviço.
Muitos eram até mendigos, tentando sobreviver entre o estigma que os rodeava. As pessoas acreditavam que os comedores iam absorvendo os pecados dos mortos que eles ajudaram, tornando-se progressivamente mais depravados com cada alma que salvaram. Seria uma injustiça, não é verdade?

O último devorador

As tradições dos comedores de pecados têm suas raízes na Idade Média, mas o costume morreu apenas a pouco mais de cem anos. Acredita-se que o último devorador de pecados que trabalhou na Inglaterra tenha sido um homem chamado Richard Munslow, que morreu em 1906.
Apesar de a ideia de que a maioria dos comedores pecado não era relacionada à nenhuma entidade ecumênica, esse homem foi enterrado no cemitério da Igreja de Ratlinghope em Shropshire.
De acordo com registros, a crença era que ele havia se tornado um comedor de pecados após a morte de todos os seus três filhos, que foram contaminados com a coqueluche na época. Também ao contrário da maioria comedores de pecado tradicionais, ele não era um mendigo ou uma pessoa rebaixada pela sociedade, pois também trabalhava como fazendeiro.




     O livro de Gênesis conta que Esaú veio do campo cansado e com muita fome. Chegou em desastrada hora, porque naquele momento seu irmão Jacó cozinhava umas lentilhas. Certamente estavam bem temperadas e exalando um aroma tentador (Gn 25.29).
     Esaú pediu a Jacó um pouco daquele legume. Porém Jacó, aproveitando-se da fraqueza e da fome do irmão, respondeu que dar não, mas vender sim. Se Esaú concordasse em vender-lhe sua primogenitura por um prato daquelas lentilhas, o negócio seria fechado imediatamente.
      Eram gêmeos, mas Esaú nascera primeiro. Era o filho primogênito, portanto. Tinha todos os direitos da primogenitura listados no Antigo Testamento, como dupla herança (Dt 21.17) e liderança sobre os irmãos e à frente da família (Gn 27.29,40; 49.8). Era também considerado propriedade do Senhor (Ex 13.2).
      Foi simplesmente um homem que vendeu e não pesou o que vendia: “E Jacó deu pão a Esaú e o guisado das lentilhas; e este comeu, e bebeu, e levantou-se, e foi-se: Assim desprezou Esaú a sua primogenitura” (Gn 25.34).

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