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"Fenômenos inexplicáveis e segredos religiosos: a verdade nua e crua para quem tem coragem de enxerg

Chips e implantes espirituais

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NÃO SABEMOS FAZER NENHUM TIPO DE RITUAL , SOMOS APENAS BLOGUEIROS Chips e implantes espirituais Pequenos diabinhos, eu sei que você é terrível, que seu fogo queima... Mas você sabia que existem diabinhos bem piores que você? Sim! Às vezes, você está aí atentando seu parente, sua esposa, seu vizinho, mas às vezes nem é por sua livre e espontânea vontade legítima, sabia? Pois sempre tem diabinhos piores que você. Talvez você esteja com um chip orgânico sutil, feito nas camadas infernais — tipo as quilop internas de planos densos —, e você nem sabe... Seu pobre diabo chipado! [kkkkk] Pois tem diabinhos bem piores que você que vivem em completo desequilíbrio e criam vários tipos de artefatos e chips: uns de rastreamento ou monitoramento, alguns indutores de energia que te fazem vibrar na frequência desejada por eles... Os implantes parasitas são os mais perigosos. Talvez você nem seja um diabo tão feio assim; talvez você esteja sendo manipulado através de chips e implant...

"Anuncie no coração do mistério! Conecte seu negócio a um público vidrado em grandes histórias e com

Analogia de uma incorporação

Analogia de uma incorporação


* Incorporação: Estado alterado de consciência onde atualmente menos de 1% dos médiuns são inconscientes. A maioria das incorporações é consciente ou semi-cosciêntes, por isso a necessidade de desenvolver a passividade dos médiuns. O guia espera a sua confiança. Incorporar é dar passagem para que outra personalidade se manifeste. 70% das incorporações não são mecânicas, isto é, apenas o mental é tomado, portanto, quando incorporado, seu corpo pode tossir, espirrar, limpar os olhos, o nariz, pois trata-se do corpo do médium com todas as suas necessidades fisiológicas.

Nosso corpo é o veículo do guia, como um carro, que ele usará para se manifestar.

Nascemos dentro deste carro e a afinidade com o nosso veículo é tão grande que não fazemos nada sem ele, olhamos pela sua janela (olhos) andamos (pernas), não imaginamos que esse carro possa ter dois lugares ou que alguém possa "dirigi-lo" sem causar um desastre.

A primeira coisa que o guia nos mostra é que não somos este carro, apenas vivemos dentro dele, e vai querer mostrar que alguém mais pode "dirigi-lo" para você.

A nossa dificuldade inicial é "entregar a direção" para ele.

Nas giras de desenvolvimentos vamos sentir muitos "trancos" e sentir uma presença ao nosso lado (é o guia que sentou no banco do passageiro e está pisando no freio, mostrando que está la).

Com o tempo, vamos "soltando" o volante e deixando ele dirigir, no inicio deixamos um pouquinho mas ficamos tão apreensivos que tomamos a direção de volta, depois deixamos mais um pouquinho, mas como ele dirige diferente de nós ficamos com a mão no volante, quando ele faz uma curva a gente mete o pé no freio.

Ai ficamos na dúvida, quem está dirigindo? eu ou ele?.

Com o tempo começamos a pegar confiança nele e a soltar a mão da direção e vemos que ele dirige bem melhor do que a gente e começamos a "apreciar" a paisagem.

Para que ele dirija, temos que dar passividade, confiança, dar a direção para ele. Ele conhece outros caminhos, outros lugares, nunca se perde e sabe sempre pra onde está indo.

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"Mistérios sobrenaturais e segredos de fé que vão desafiar tudo o que você acha que sabe sobre o mun

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