Geometria sagrada: o que é e quais são suas formas

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Geometria sagrada: o que é e quais são suas formas A Geometria Sagrada está relacionada a uma área do estudo matemático das formas geométricas, a geometria. Estas formas e estudos foram muito empregados na construção de templos e catedrais divinas e também são muito utilizados na arte. Mas muito além de construções e arte, a Geometria Sagrada é vista por filósofos e matemáticos como a simbologia do divino. Ao observarmos tudo o que existe no Universo, é possível notar a presença deste conceito em todas as partes. Estas formas geométricas fazem parte do formato de tudo na natureza: plantas como samambaia, girassol, entre outras, e está presente inclusive no código genético dos seres humanos. Nas artes, este conceito pode ser visto, por exemplo, na Monalisa e também nas escadarias dos Museus do Vaticano, uma espiral que segue a Proporção Áurea. Neste artigo você poderá entender mais sobre a Geometria Sagrada, entendendo vários conceitos sobre ela, como seus símbolos e como...

sentença que condenou Jesus Cristo





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A sentença que condenou Jesus Cristo

Gente, essa sentença eu tirei do livro Sentença Criminal, de Adalto Dias Tristão, Ed. Atlas.
Esse livro é MARAVILHOSO e tem varias sentenças incriveis. Algumas outras eu vou até postar depois. Espero que td mundo goste.
Beijos

Sentença

Pleiteada a morte de Cristo, perante Pôncio Pilatos, este aceitou indevida e injusta condenação, temendo conseqüências políticas.
Eis o texto da referida sentença, que se encontra arquivada no museu da Espanha, com o teor seguinte:
"No ano dezenove de Tibério César, imperador romano de todo o mundo, Monarca invencível na Olimpíada cento e vinte e um, e na Elíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o número e cômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete, do progênito do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do cativeiro da Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da Judéia Quinto Sérgio, sob regimento o governador da Cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, Pôncio Pilatos, regente da Baixa Galiléia, Herodes Antipas, pontífice do sumo-sacerdote, Caifás; magnos do templo, Alis Almael Robas Acasel, Franchino Centauro, cônsules romanos da Cidade de Jerusalém, Quinto Cornélio Sublime e Sixto Rusto, no mês de março e dia XXV do presente - Eu, Pôncio Pilatos, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arqui-residência, julgo, condeno e sentencio à morte Jesus, chamado pela Plebe - Cristo Nazareno - e Galileu de nação, homem sedicioso contra a Lei Mosaica - contrário ao grande Imperador Tibério César. Determino e ordeno por esta que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de Deus e Rei de Israel, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do Sacro Templo, negando o tributo a César, tendo ainda o atrevi¬mento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da Cidade de Jerusalém
Que seja ligado e açoita¬do, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz nos ombros para que sirva a todos os malfeitores, e que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje Antoniana, e que conduza Jesus ao monte público da Justiça, chamado calvário, onde, crucificado e morto, ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para todos os malfeitores, e que se ponha, em diversas línguas, este título: Jesus Nazarenas, Rex ludeorum. Mando, também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a Justiça por mim manda¬da, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano. Testemunhas de nossa sentença. Pelas doze tribos de Israel: Rabaim Daniel, Rabaim Joaquim Banicar, Babasu, Laré Petuculani. Pêlos Fariseus: Bulieniel, Simeão, Ranol, Babbine, Mandoani, Bancurfosse. Pêlos Hebreus: Matumberto. Pelo Império Romano e pelo Presidente de Roma: Lúcio Sextilo e Amacio Chilicio."

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