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Como criar uma Tulpa
Usem com sabedoria, não me responsabilizo por nenhum erro.
1- Planejando:
O primeiro passo para criar um ser é pensa-lo antes. Meditação deve ser uma Constante antes de se criar a entidade.
Deve-se pensar na situação que requer o uso do Servo, numa
característica marcante que o servo deva ter,de acordo com sua
finalidade dentro do possível problema. Anote sempre suas conclusões no
seu grimório ou local adequado.
Criado o “esqueleto” da entidade,comece a pensar sua forma.
Atacar um inimigo?garras e presas ou características que lembrem animais ferozes. Ou talvez um guerreiro?
Defender uma localidade?Espinhos são ideais. Causar pesadelos?Uma
aparência grotesca e ameaçadora. Ajudar um parente doente? Uma que passe
a sensação de paz e luz. Questões financeiras?A cor dourada ou prata é
bem relvante. A sua imaginação é o limite,seja o mais criativo que puder
ser. Após pensar na forma final é altamente recomendável desenha-la
para torna-la mais tangível.
2- Nomeando:
Escolha um nome q tenha relação direta com a FUNÇÃO da entidade. Não
deixe fugir do objetivo final dela. Algo que lembre a ela – e a você –
que ela foi criada com um propósito de vida especificado. Não pronuncie
este nome em voz alta até o momento do Ritual de Criação. Sigile o
nome,mas não carregue o sigilo ainda. Energize-o somente na hora do
rito, da maneira que for mais adequada a seus métodos.
3- O Ritual – Dando vida a Entidade:
Tendo em mãos suas anotações resultantes da meditação, o sigilo da
entidade e uma Conjuração previamente escrita prepare o ambiente com
incensos que lhe agradem ou combinem com a entidade e velas de cores
especificas ao objetivo também. (ex: um servo para ajudar a aproximação a
uma pessoa poderia usar incenso de rosas e velas rosas, um servo para
assombrar velas negras e Incenso lunar e assim vai…)
Trace um Circulo mágico da forma que te agradar. Performe um
Banimento bom para limpar o ambiente de energias nocivas. Faça uma
abertura ao rito, enunciando ao Universo (ou a algum Deus com o qual
trabalhe) sua intenção e Vontade. Coloque o desenho do Servo sobre o
altar junto ao sigilo. Leia a conjuração previamente escrita, vibrando e
visualizando conforme o necessário. Imagine o servo como uma entidade
real diante de você, saindo do senho,se erguendo a seus olhos…
Carregue o sigilo da forma q bem entender, e logo depois passe ele
(levemente) sobre os 4 elementos (fumaça do Incenso, respingue gotas de
água, passe velozmente sobre o fogo, e em areia/terra/sal). Finalmente,
de a ele o elemento do espirito (sangue, saliva, sêmen…). Perceba sua
energia em seu corpo,concentre o máximo de energia possível em seu
tórax, na área dos pulmões… e então sopre o Ar com sua energia sobre o
sigilo. Conceda vida a ele através do Sopro.
Imagine-o diante de você nitidamente. Converse com ele,de a ele as
instruções sobre como,onde e com quem agir especificamente. Marque um
Objeto ou o próprio desenho com o Sigilo dele. Esta será a “casa” onde o
servo irá repousar quando não estiver cumprindo sua função. Mantenha
uma copia do sigilo com você para contacta-lo em emergências.
Encerre o ritual quando o servo se for para seu objetivo ou ir para
seu local de repouso. Faça outro banimento e desfaça o circulo. Agora
lembre-se que seu servidor deve sempre ser alimentado,todos os dias.
4- Alimentando:
Alimentar um servo astral é simples. Dirija-se ao local de repouso dele ou ao sigilo que carrega consigo e o evoque.
Diante dele, visualize sua energia ser transferida para ele, deixe ele “sugar” sua energia até se dar por satisfeito.
Outras formas de alimenta-lo é pingar sêmen,lágrimas ou sangue (fluidos energéticos) sobre o sigilo/casa da entidade.
5-Entrando em Contato:
Bem simples. Pode ser feito de duas formas. Através de simples
meditação ou sonho convocando-o mentalmente através de seu nome e
segurando seu sigilo,ou através de perscrutação. O segundo método basta
ter um espelho negro, bola de cristal, copo de água,fumaça ou outro meio
divinatório e diante deste convocar sua entidade até q esta se
manifeste. Então passe a ela as ordens especificas de como atuar em
determinada situação. Lembre-se sempre de fazer um banimento antes
E depois de contactar sua entidade,visto que outras energias atuantes podem se fazer passar por ela.
6- Destruição:
Caso a entidade tenha cumprido sua missão,ou esteja ficando
problemática, lembre-se que tudo um dia tem um fim. É hora de
destruí-la. Não cultive criaturas sem utilidade,pode ser danoso.
O rito é bem simples. Crie todo ambiente ritualístico novamente, faça
os rituais de banimento e limpeza e abertura. Trace teu circulo. Tenha
preparado uma “desconjuração”,escrita previamente e deixando claro seu
intento de destruir aquilo que criou e possui direito de matar. Leia
esta conjuração visualizando bem cada linha. Ao final dela queime o
sigilo da entidade,visualize sua energia voltando para vc,totalmente
drenando a entidade.
Após isso,esqueça-a. Se possível não fale dela por muito tempo. Caso
isso seja inevitável, lembre-se sempre de trata-la como algo
verdadeiramente morto, como se um animal de estimação velho e cansado
houvesse morrido.
Não torne a chama-la.
Outra forma:
1 Feche os olhos e inspire pelo nariz suavemente em seu estômago,
depois expire pela boca. Como você continuar fazendo isso, tornar-se
consciente da temperatura atual do seu corpo. Observe todos os sons ao
seu redor. Torne-se consciente do sentimento da textura de sua roupa
contra seu corpo. Continuar a ser consciente da sua respiração. Todas
essas ações vai centrar a sua energia e ajudá-lo a acessar o seu chi.
2 Traga ambas as mãos juntos e permitir que a energia flua para baixo
seus braços e em uma bola de energia apertado. Pense em suas intenções.
visualizar e "Vejo" e sentir a bola de energia se formando agora no ser.
Agora cada respiração enquanto se concentra vai dar vida ao tulpa.
3 Programar o tulpa para que ele irá fazer o seu lance e agir como uma
extensão da sua habilidade psíquica natural. Por exemplo, você pode
criar um tulpa sob a forma de uma águia e tê-lo ficar em seu ombro, em
seguida, levantar, voando para entregar uma mensagem telepática ou de um
empurrãozinho para alguém.
4 Programa do formulário / pensamento tulpa visualizando continuamente a forma de pensamento completar a tarefa.
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