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"Fenômenos inexplicáveis e segredos religiosos: a verdade nua e crua para quem tem coragem de enxerg

Chips e implantes espirituais

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NÃO SABEMOS FAZER NENHUM TIPO DE RITUAL , SOMOS APENAS BLOGUEIROS Chips e implantes espirituais Pequenos diabinhos, eu sei que você é terrível, que seu fogo queima... Mas você sabia que existem diabinhos bem piores que você? Sim! Às vezes, você está aí atentando seu parente, sua esposa, seu vizinho, mas às vezes nem é por sua livre e espontânea vontade legítima, sabia? Pois sempre tem diabinhos piores que você. Talvez você esteja com um chip orgânico sutil, feito nas camadas infernais — tipo as quilop internas de planos densos —, e você nem sabe... Seu pobre diabo chipado! [kkkkk] Pois tem diabinhos bem piores que você que vivem em completo desequilíbrio e criam vários tipos de artefatos e chips: uns de rastreamento ou monitoramento, alguns indutores de energia que te fazem vibrar na frequência desejada por eles... Os implantes parasitas são os mais perigosos. Talvez você nem seja um diabo tão feio assim; talvez você esteja sendo manipulado através de chips e implant...

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A HIERARQUIA SACERDOTAL NO CULTO OMOLOKO



A HIERARQUIA SACERDOTAL NO CULTO OMOLOKO

              A hierarquia sacerdotal da Nação Omoloko segue a mesma estrutura dos grupos Yorubá:


Þ  Babalorixá ou Yálorixá: sacerdote ou sacerdotisa, mais conhecidos como pai de santo ou mãe de santo, é a autoridade máxima no culto ao orixá;

Þ  Yákèkèrè e Babákèkèrè: filho de santo com obrigação de “Sete Linhas”.

Þ  Dagã: a pessoa que tem mais tempo de iniciação dentro do terreiro;

Þ  Ogã Nilú e Ogã Calofé: tocador de atabaque. Pessoa que dá início à maioria dos cânticos aos orixás nas giras (atualmente esses dois cargos tem sido ocupado por uma mesma pessoa);

Þ  Axogun: pessoa que, nas obrigações, sacrifica os animais;

Þ  Yábasé ou Yábá: cozinheira das comidas sagradas dos orixás;

Þ  Combono: pessoa que nas giras atende aos Orixás;

Þ  Exi-de-Orixá: filho de santo em geral;

              Uma peculiaridade do culto Omoloko é que nele não existe o grau de “Mãe ou Pai Pequeno", como há em outros cultos afro-brasileiro. Para um iniciado tornar-se Babálorixá ou Yálorixá ele precisa ser iniciado nas sete obrigações que compõem a hierarquia sacerdotal, abrir seu próprio terreiro e ter seus próprios filhos de santo. Esse direito é adquirido quando o filho de santo faz a última obrigação que é chamada de “Camarinha”,  na qual o filho de santo é iniciado e ao seu término recebe o direito de “criar” (iniciar) outros filhos de santo. Se esse filho de santo continuar no terreiro onde ele foi feito ele será chamado de Babákekerê ou Yákekerê – aquele que pode iniciar outros filhos de santo mas não possui ainda o seu próprio terreiro -. Ele ainda não recebeu o Deká. Entretanto, se ele for abrir o seu próprio terreiro para iniciar seus próprios filhos de santo, então ele receberá de seu Babálorixá ou Yálorixá o Deká e passará a ser chamado de Babálorixá ou Yálorixá pelas demais pessoas. Portanto, na Nação Omoloko o título de “Mãe Pequena ou Pai Pequeno; Mãe Grande ou Pai Grande” não existe, pois ele está condicionado ao pai de santo/mãe de santo ao abrir o seu próprio terreiro e ter os seus próprios filhos de santo. Na hierarquia da nação Omoloko o grau de Babákekerê ou Yákekerê está logo abaixo do de Babálorixá/Yálorixá, entretanto ele não pode ser comparado ao grau de “Pai/Mãe Pequeno(a) que há em outros rituais, pois na Nação Omoloko não existe uma obrigação específica para estes cargos como há no Ritual de Umbanda e Almas de Angola, por exemplo

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